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Processos Obsessivos

Atualizado: 4 de abr. de 2022

O processo obsessivo é, geralmente, resultado da troca de energias entre o algoz (obsessor) e a vítima (obsedado), principalmente aquelas não equilibradas ou não saudáveis.


Tais trocas ocorrem: a) entre espíritos encarnados - quando uma ou mais pessoas influenciam uma ou mais pessoas; b) entre espíritos desencarnados - quando um ou mais espíritos desencarnados influenciam um ou mais espíritos desencarnados; c) entre espíritos encarnados/desencarnados e ambientes ou objetos - quando a energia mental e emocional de um ou mais espíritos ercanados/desencarnados atuam sobre um ambiente ou objeto e; d) entre espíritos encarnados e desencarnados – quando um ou mais espíritos encarnados afetam a energia de um ou mais espíritos desencarnados e vice-versa.


Quando os espíritos desencarnados atuam em grupos para obsedar suas vítimas, são comumente designados como falanges das trevas na literatura espírita. Contudo, há, também, inúmeras falanges de luz atuando no socorro daqueles que pedem auxílio para sair dos processos obsessivos.


Em todos esses casos, a projeção do psiquismo dos obsessores atua sobre a energia de quem está sendo obsedado. Porém, essa troca somente se completa se nosso equilíbrio interno estiver fora de prumo. Via de regra, o desequilíbrio é reflexo de nossos pensamentos, palavras e ações.


Para entender melhor como isso tudo funciona, precisamos compreender, inicialmente, que todos nós somos espíritos encarnados vivendo a experiência da matéria. E, como seres integrais, somos muito mais do que apenas o corpo físico. Na verdade, somos formados por várias camadas de corpos sutis, que acabam recebendo influências (boas e más) de tudo e todos que nos cercam.


As religiões do mundo dão nomes diferentes para cada parte do nosso corpo sutil. A quantidade de corpos sutis também pode variar bastante. O objetivo deste texto não é esgotar o assunto. Para fins do presente estudo, podemos considerar a existência dos corpos mental, emocional e espiritual.


Compreendendo a formação de nossos corpos e sua relação com tudo que nos cerca, podemos afirmar que qualquer espírito, encarnado ou desencarnado, tem a capacidade de direcionar suas energias para outros espíritos, encarnados ou desencarnados, objetos e lugares, a ponto de modificar os respectivos padrões energéticos, positivamente ou negativamente, de acordo com a natureza desta influência.


Não obstante o acima, devemos deixar claro que a responsabilidade de tudo que acontece num processo obsessivo é dividida igualmente entre obsessor e obsedado. Isso porque a troca de energia somente acontece quando algoz e vítima estão em sintonia energética. As relações cármicas oriundas das leis universais de causa e efeito são iniciadas nesses processos obsessivos e, invariavelmente, podem durar séculos até que sejam efetivamente resolvidas.


A obsessão pode acontecer em quaisquer localidades. Todavia, há lugares que sabidamente possuem uma grande concentração de espíritos desencarnados prontos para iniciar os processos obsessivos, principalmente aqueles ligados a vícios. No caso, locais como bares, casas de prostituição, salões de jogos, pontos de consumo de drogas, etc, são campos férteis para obsessores ligados ao consumo de bebidas alcoólicas, drogas e sexo (vampiros).


Sabemos que o desequilíbrio externo é o ponto de partida para o desequilíbrio interno. O processo obsessivo, muitas das vezes, é bem sutil e, na maioria dos casos, não conseguimos nem perceber o que está acontecendo. Os relacionamentos são o principal fator para este desequilíbrio. Entender que tudo em nossas vidas é cíclico ajuda a evitar os desequilíbrios que servem de porta de entrada para os obsessores. Portanto, tudo tem início, meio e fim. É por esse motivo que devemos cuidar de nosso corpo emocional.


Outros fatores importantes que podem desequilibrar a energia são: doenças, desemprego, falecimentos, desajustes familiares, etc.


A obsessão pode, também, atingir o corpo mental. Em geral, esse tipo de processo obsessivo é oriundo de espíritos desencarnados e, invariavelmente, depende de socorro espiritual para auxiliar na solução, sem falar na necessidade de ajuda psicológica e psiquiátrica, em diversas situações.


Os processos obsessivos que atingem o corpo espiritual exploram todas as nossas fraquezas, tais como: vícios em cigarro, bebidas alcoólicas, drogas, sexo e jogo, como já ressaltado anteriormente. A melhor maneira de combater esse tipo de obsessão é atentar para a velha máxima do Evangelho de Mateus: “Vigiai e orai”.


A solução para evitar que entremos em processos obsessivos é trabalhar nossas vibrações energéticas.. Como temos dito, o processo obsessivo é uma troca de energias afins. Se não entrarmos em sintonia com padrões energéticos de baixa vibração, dificilmente seremos alvo de quaisquer obsessões, uma vez que não haverá conexão com os obsessores.


Há, também, outras situações cotidianas que facilitam a conexão com padrões energéticos de baixa vibração, a saber: falta de perseverança, a intolerância, a maledicência, a preguiça e outras mais.


Por fim, esclarecemos que o cenário de obsessões é muito bem retratado no livro “Legiões”, de Robson Pinheiro, o qual recomendamos a leitura.

 
 
 

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